MAKE IT Product R&D
Apresentar make-it.tech

Sessão de imersão em ambiente empresarial do programa StartUP Voucher, na MAKE IT Product R&D. Apresentação de Francisco Mendes. Vire o telemóvel na horizontal para ver os slides maiores.

Logótipo MAKE IT Product R&D, versão branca

Imersão Empresarial
Startup Voucher 2026

Desenvolver, prototipar e experimentar: da ideia ao produto

Francisco Mendes · Fundador e CEO, MAKE IT Product R&D

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Antes de começar

Levantem o braço quem…

01

já tem um protótipo do seu produto?

02

já falou com mais de dez potenciais clientes sobre o problema?

03

já recebeu dinheiro de um cliente, nem que seja uma pré-reserva?

04

está a desenvolver um produto com hardware?

Não há respostas erradas: é para eu saber por onde pegar.

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A sessão de hoje

Da ideia à fábrica, em cinco paragens

01

Quem somos

De uma startup de impressoras 3D à MAKE IT

02

Da ideia à validação

Steve Blank e a Lean Startup: procurar antes de executar

03

Prototipar para aprender

Provas de conceito, MVP, integração e riscos técnicos

04

Do protótipo à fábrica

Industrialização, certificação e escala

05

Laboratório e conversa

Protótipos reais e as vossas perguntas

Interrompam à vontade: isto é uma conversa, não uma aula.

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O legado · BEEVERYCREATIVE

BEETHEFIRST: 
"First easy to use PnP 3D Printer"

18 meses

do zero ao mercado, industrializada

15 pessoas

em desenvolvimento, sete disciplinas

9 prémios

de produto, atribuídos por utilizadores e revistas

3 continentes

certificada e distribuída

Lançada no 3D Print Show, Londres 2014.

Prémio: 3D Printshow Global Awards 2014, Best Consumer Printer Prémio: 3D Printshow Global Awards 2014, Best Prosumer Printer Prémio: 3D Hubs Best of Plug n Play 2015 Prémio: Make: Ultimate Guide to 3D Printing 2015, Rookie of the Year Prémio: 3D Hubs Best of Plug n Play 2016
Logótipo BEEVERYCREATIVE Impressora 3D BEETHEFIRST

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Impressora 3D MELT desenvolvida para a Agência Espacial Europeia, com peças impressas em PEEK

O legado · Agência Espacial Europeia

Impressoras 3D para a Estação Espacial Internacional

MELT · 2014 a 2018

A primeira impressora 3D europeia pensada para a Estação Espacial Internacional.

Funciona em qualquer orientação: 

Termoplásticos de engenharia,  PEEK.

Consórcios europeus para a ESA. Fontes: ESA, 3D Printing Industry.

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Peça longa em PEEK a sair da impressora 3D IMPERIAL, desenvolvida para a Agência Espacial Europeia

O legado · Agência Espacial Europeia

IMPERIAL: imprimir sem limite de comprimento

2019 a 2021

Tapete transportador aquecido: peças de comprimento ilimitado numa direcção, em PEI, PEEK e PEKK.

1,5 m

barra impressa de uma só vez, demonstrada em 2021

Fontes: ESA, “Breaking boundaries: a 3D printer taking space manufacturing beyond limits”; 3D Printing Industry.

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“Desenvolver o produto e lança-lo no mercado foi muito duro. 
Então pensei: se calhar, falta uma MAKE IT.”

Juntar numa equipa pequena tudo o que aprendemos: do design à electrónica, do protótipo à indústria.

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A MAKE IT · desde 2019

Uma equipa de comandos

Francisco Mendes

Francisco Mendes

Fundador da BEEVERYCREATIVE. 25+ anos em I&D e gestão de projecto. MSc Electrónica e Telecomunicações, MSc Automação Industrial.

Pedro Magalhães

Pedro Magalhães

Prototipagem, de UAVs a impressoras 3D, modelação 3D e metalomecânica. MSc Electrónica e Telecomunicações.

Firmware

Software e cloud

Electrónica

AI e dados

Gestão de projecto

Industrialização

Mecânica

Design industrial

UX/UI

Especialistas em cada área, com conhecimento transversal a toda a stack.

Todos já fizeram produto, montaram um negócio ou estiveram num hackathon.

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O que fazemos

Full-stack product development

Levar um produto de TRL1, uma ideia, até TRL9, pronto para o mercado.

“Em 2019 pesquisei o termo e ninguém o usava para hardware.”

Gestão ágil de projecto, em ciclos de 15 dias

Cloud · AI · Apps

Firmware e software embebido

Electrónica

o nosso core

Mecânica · Design industrial · UX/UI

Certificação · DFM · Industrialização

TRL 1

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Ideia → protótipo validado

Piloto

Indústria
e mercado

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Como trabalhamos

Três princípios, desde a hora zero

Fazer o produto certo

Primeiro design the right thing, depois design the thing right. Podemos fazer muito bem o produto errado.

MVP a sério

Não é o que a equipa pensa numa reunião. É o que se aprende com potenciais clientes, protótipos e dados reais.

DFM desde a hora zero

Cada parafuso, cada transístor do primeiro protótipo é uma decisão sobre o produto final, tomada com o cliente.

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Fabrico aditivo na MAKE IT

Quatro tecnologias, uma escolha por fase

FDM

Extrusão de filamento termoplástico

Materiais: PLA, PET-G, PC, TPU, PET, ASA, ...

Quando: iteração rápida e peças funcionais

SLA

Fotopolimerização de resina por laser

Materiais: resinas fotopoliméricas

Quando: detalhe fino, acabamento e validação de forma

Multi Jet

Agente de fusão sobre cama de pó

Materiais: poliamida (PA12)

Quando: pequenas séries de peças funcionais

SLS

Sinterização de pó por laser

Materiais: poliamidas (PA11, PA12)

Quando: geometrias complexas, sem suportes

A pergunta nunca é “que impressora temos?”. 
É “o que é que esta peça tem de provar nesta fase?”.

Material vs. Processo 

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Aplicações de 3DP

Técnica · material · vantagem

Smart plug Klugit

Klugit

Técnica: FDM

Material: PET reciclado (polietileno tereftalato), directo, sem aditivos

Vantagem: produto 100% reciclado

Mão robótica antropomórfica com 6 graus de liberdade

Mão antropomórfica 6DOF

Técnica: FDM e SLA

Material: PC, resina e TPU

Vantagem: PC para resistência mecânica, resina para precisão, TPU para grip

Jig de teste para linha de montagem

Jig de teste · Zaptec

Técnica: FDM

Material: PC (policarbonato)

Vantagem: resistência e precisão numa linha de montagem

Técnicas

FDM · SLA

Materiais

Resina fotopolimérica
PC (policarbonato)
TPU (poliuretano termoplástico)
PET-G (polietileno tereftalato glicol)

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Projecto interno

Um robô autónomo como demonstrador de tecnologias

MAKE IT robot

Desenho CAD do MAKE IT robot, com rodas mecanum

Impressão 3D

Rodas mecanum impressas em 3D

Servomotores

Brushless em malha fechada, com PID afinado

15 dias

Base desenhada, prototipada e montada por dois engenheiros  e um designer industrial

LiDAR 3D

Percepção do espaço à volta do robô

Electrónica e ROS

Controlo, sensores e navegação

Mecânica

Transmissão dimensionada para servo-controlo

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Steve Blank · o que é uma startup

“Uma startup é uma organização temporária à procura de um modelo de negócio repetível e escalável.”

Uma startup não é uma versão pequena de uma grande empresa. A grande empresa executa um modelo de negócio que já conhece; a startup ainda o está a procurar.

Steve Blank, empreendedor e professor de empreendedorismo em Silicon Valley. Tradução livre.

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Steve Blank · Customer Development

Quatro passos: primeiro procurar, depois executar

Procurar o modelo de negócio

Executar o modelo de negócio

1

Descoberta de clientes

O problema existe? Quem o sente? Testar hipóteses fora do escritório.

2

Validação de clientes

Há quem pague? O modelo de vendas repete-se?

3

Criação de clientes

Gerar procura e escalar as vendas.

4

Construção da empresa

Passar de equipa que procura a empresa que executa.

Pivotar: voltar à descoberta com uma hipótese nova

Fonte: Steve Blank, The Four Steps to the Epiphany. Tradução livre dos nomes dos passos.

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Definição e validação inicial de uma ideia

Saiam do edifício

“Não há factos dentro do edifício. Saiam e falem com clientes.”

“Nenhum plano de negócio sobrevive ao primeiro contacto com os clientes.”

Steve Blank. Tradução livre.

Como falar com potenciais clientes

1

Falem da vida deles, não da vossa ideia.

2

Perguntem pelo que fizeram no passado, não pelo que fariam no futuro.

3

Ouçam mais do que falam. Elogios não são dados.

Regras adaptadas de The Mom Test, de Rob Fitzpatrick.

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Definição e validação inicial de uma ideia

Uma ideia é um conjunto de hipóteses

HipóteseA perguntaComo testar baratoSinal de que é verdade
ProblemaO problema existe e dói?Entrevistas, observação no terrenoDescrevem o problema sem vocês o sugerirem
ClienteQuem sente o problema? Quem paga?Entrevistas a utilizadores e a quem decide a compraConseguem dizer quem decide e com que orçamento
SoluçãoA nossa resposta resolve?Maquete, vídeo, protótipo em cartão ou impressão 3DPedem para experimentar ou para ficar com ele
PreçoQuanto e como pagam?Pré-venda, carta de intenção, sinalDinheiro ou compromisso por escrito
CanalComo chegamos até eles?Landing page, piloto com um distribuidorChegar a um cliente custa menos do que ele paga

Testem primeiro a hipótese que, se estiver errada, mata o projecto.

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Eric Ries · The Lean Startup (2011)

Construir, medir, aprender: o ciclo de feedback

Ideias

Produto

Dados

Construir

Medir

Aprender

Construir

Transformar ideias em produto: o mínimo necessário para testar.

Medir

Transformar o produto em dados sobre o que os clientes fazem.

Aprender

Transformar dados em decisões: perseverar ou pivotar.

Planeia-se ao contrário

O que quero aprender? O que tenho de medir? Só depois: o que construir.

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Desenvolvimento e evolução de MVP

Produto mínimo viável: aprender com o menor esforço

“A versão de um produto novo que permite recolher o máximo de aprendizagem validada sobre os clientes com o mínimo de esforço.”

Eric Ries. Tradução livre.

Vídeo de demonstração

Mostrar o produto antes de existir e medir o interesse.

Landing page com pré-reserva

Medir quem deixa o email ou paga um sinal.

Mágico de Oz

Parece automático para o cliente, mas há uma pessoa por trás.

Concierge

Fazer à mão, para poucos clientes, o que o produto vai automatizar.

Pré-venda ou crowdfunding

Os clientes pagam antes de o produto estar pronto.

Piloto

Poucas unidades nas mãos de clientes reais, com dados de uso.

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Iterar para aprender vs. construir por partes

Cada versão tem de servir para aprender alguma coisa

Assim não

Construir por partes: só no fim se aprende.

Roda

ainda não anda

Eixo

ainda não anda

Chassis

ainda não anda

Carroçaria

ainda não anda

Carro

só no fim se sabe se era isto

Assim sim

Cada versão já resolve parte do problema e ensina alguma coisa.

Skate

já anda: o que falta?

Trotinete

anda e dá para guiar

Bicicleta

vai mais longe

Mota

vai mais depressa

Carro

anda, e é o que o cliente quer

Ilustração inspirada em Henrik Kniberg, “Making sense of MVP” (2016).

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Iterar para aprender vs. melhorar um protótipo

Duas formas de evoluir um protótipo

Melhoria incrementalConstruir, medir, aprender
A pergunta“Está melhor do que a versão anterior?”“A nossa hipótese estava certa?”
Ponto de partidaO protótipo que já existeUma hipótese escrita antes de construir
Quem decideA equipa, pela sua opiniãoOs clientes, pelo que fazem
O que se medeDesempenho técnicoComportamento: usam, voltam, pagam?
ResultadoUma versão mais polida da mesma ideiaPerseverar ou pivotar
RiscoFazer muito bem o produto erradoCiclos lentos, se cada volta for cara

As duas são precisas. Primeiro validar a direcção, depois polir.

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Provas de conceito e prototipagem

Cada protótipo responde a uma pergunta

Prova de conceito

A tecnologia funciona?

Placas de desenvolvimento, bancada, código rápido.

Feia e descartável, de propósito.

Protótipo “parece”

Como é e como se usa?

Impressão 3D, resina, cartão, espuma.

Forma, ergonomia e primeira impressão.

Protótipo “funciona”

Faz o que promete, no mundo real?

Electrónica dedicada, firmware, testes de campo.

A função, ainda sem a forma final.

Protótipo de engenharia

Junta tudo e dá para replicar?

Forma e função integradas, componentes finais.

A base das validações EVT, DVT e PVT.

Um protótipo sem pergunta é só uma maquete cara.

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Prototipagem rápida e testes

Ciclos de 15 dias entre a pergunta e a resposta

01

Pergunta

O que queremos aprender neste ciclo?

02

Construir o mínimo

Só o que é preciso para responder.

03

Testar

Na bancada, com utilizadores, no terreno.

04

Decidir

Avançar, corrigir ou mudar de rumo.

Que testes

Bancada

Medir a função: consumo, temperatura, precisão.

Utilizador

Observar alguém a usar, sem ajudar.

Terreno

O ambiente real: pó, chuva, vibração, rede fraca.

Até partir

Descobrir o limite antes do cliente.

Feito é melhor que perfeito.

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Desenvolvimento e evolução de MVP

O MVP de um produto físico cresce por versões

MVP 0

Sem hardware

Vídeo, landing page, pré-reservas.

Aprendemos:

Há interesse?

MVP 1

Feito à mão

Protótipos “parece” e “funciona” com os primeiros clientes.

Aprendemos:

Resolve o problema?

MVP 2

Piloto

Pequena série, impressão 3D e montagem manual, dados de uso.

Aprendemos:

Usam todos os dias? Pagam?

MVP 3

Pré-série

Primeiras unidades feitas com os processos de produção.

Aprendemos:

Fabricamos com qualidade e margem?

Cada versão custa mais do que a anterior: aprendam o máximo nas mais baratas.

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Integração entre design, hardware e software

Um produto é um sistema: cada decisão mexe nas outras

Design

Hardware

Software

Produto

Design e hardware

A forma decide onde cabem a placa, a bateria e a antena. E a antena não gosta de metal.

Hardware e software

O firmware decide quanto dura a bateria. A electrónica decide o que o firmware consegue fazer.

Software e design

A experiência começa quando se abre a caixa e continua na app.

Por isso as disciplinas trabalham juntas desde o primeiro protótipo, não em sequência.

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Limitações e riscos técnicos

Atacar primeiro o risco que pode matar o projecto

Tecnologia

É fisicamente possível, com a precisão e o consumo de que precisamos?

Custo

A lista de materiais cabe no preço que o cliente está disposto a pagar?

Certificação

Passa a marcação CE: compatibilidade electromagnética, rádio, segurança eléctrica?

Fornecimento

Os componentes existem em stock e vão continuar a existir?

Fabrico

Dá para fabricar ao volume previsto, com qualidade repetível?

Utilizador

Vai ser usado como imaginámos, no ambiente real?

O primeiro protótipo deve testar a hipótese mais arriscada, não a mais fácil.

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Materiais, componentes e tecnologias

Escolher a pensar no produto final, não só no protótipo

Componentes electrónicos

  • Stock disponível e ciclo de vida longo
  • Segunda fonte: uma alternativa equivalente
  • Custo ao volume, não à unidade
  • Módulos rádio pré-certificados simplificam a certificação

Materiais

  • Pensar no processo final: impressão 3D, injecção, chapa, maquinação
  • Requisitos: temperatura, UV, impacto, contacto com alimentos
  • Acabamento e toque
  • Origem e reciclabilidade

Tecnologias e plataformas

  • Maturidade e comunidade
  • Dependência de um só fornecedor
  • Consumo de energia
  • Custos recorrentes: cloud, licenças, conectividade

Um componente perfeito sem stock não é uma opção.

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Como trabalhamos

Do protótipo à fábrica: o caminho que ninguém vê

O que se imagina

Ideia → Protótipo → Fábrica

O caminho real

Protótipo

Prova de conceito

A ideia funciona?

Protótipo

De engenharia

Dá para replicar?

EVT

Validação de engenharia

Cumpre as especificações?

DVT

Validação de design

Passa certificação e testes de fiabilidade?

PVT

Validação de produção

A linha produz com qualidade e ao ritmo certo?

Mercado

Produção

No dia previsto, a fábrica arranca.

O que deve assustar não são as fases. É executá-las mal, ou tentar saltá-las.

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Escalabilidade

O que muda quando o volume muda

DezenasMilharesCentenas de milhares
MecânicaImpressão 3D, maquinaçãoMoldes de silicone, impressão em pó (MJF, SLS)Injecção com molde de aço
ElectrónicaMontagem manual ou PCBA de protótipoPCBA em pequena sérieLinha SMT dedicada, teste em linha
TesteManual, à bancadaJig de testeTeste automático de cada unidade
ComprasLoja online, à unidadeDistribuidor, preços por volumeFabricante: contratos, quantidades mínimas, prazos
Custo por unidadeAltoMédioBaixo, com investimento à cabeça em moldes e jigs

Cada salto de volume muda o processo, e quase sempre obriga a redesenhar alguma coisa.

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Industrialização

Os desafios que aparecem depois de o protótipo funcionar

Custo

Moldes e ferramentas são investimento à cabeça. O custo da lista de materiais decide a margem.

Certificação

Marcação CE, ensaios em laboratório acreditado e documentação técnica. Leva tempo e dinheiro.

Cadeia de fornecimento

Prazos de entrega, quantidades mínimas e componentes que deixam de ser fabricados.

Qualidade

Jigs de teste, controlo de qualidade e rastreabilidade de cada unidade.

Processo

Desenho para fabrico e montagem, instruções de trabalho, formação da linha.

Tesouraria

Paga-se a produção meses antes de receber das vendas.

“Não basta contratar peças: alguém tem de montar o processo, fiscalizar e apanhar as falhas.”

A lição da BEETHEFIRST

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O que quero que levem daqui

Três coisas. Se esquecerem tudo o resto, guardem estas.

01

Saiam do edifício.

Falem com clientes antes de desenhar a primeira peça.

02

Identifiquem o vosso MVP.

O mínimo que permite aprender algo real. Não o máximo que conseguem construir.

03

Executem ciclos curtos.

Construir, medir, aprender. Se falhar, melhorem e tentem outra vez.

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Agora é convosco

Três perguntas para o vosso projecto

1

Qual é a hipótese que, se estiver errada, mata o vosso projecto?

2

Qual seria o vosso MVP com o que têm hoje, em 15 dias?

3

Com quem vão falar esta semana?

A seguir: visita aos laboratórios da MAKE IT

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Logótipo MAKE IT Product R&D, versão branca

Sonhem muito e façam coisas.

Helping innovators to develop smart products.

Francisco Mendes
fm@make-it.tech

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